Manifestações em capitais, como São Paulo, Salvador, Goiânia e Curitiba esquentaram a moblilização para pressionar os senadores, que apreciam a proposta nesta semana
Milhares de trabalhadores e trabalhadoras ocuparam as ruas no último domingo, 30, em capitais do país, em atos e manifestações pelo fim da da escala 6×1, com redução da jornada de 44 horas semanais para 40 horas, sem redução salarial. Os atos continuam esta semana em diversas capitais e cidades do país, de acordo com as Frentes Brasil Popular e Povo Sem Medo.
A expectativa é que a PEC nº221/2019, que acaba com a escala, seja votada no Senado Federal nesta semana, sendo que o primeiro desafio é a apreciação da proposta na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), marcada para quarta-feira, 2. Para a votação no plenário do Senado serão necessários 49 votos favoráveis dos 81 membros da Casa e para isso é preciso ampliar a pressão popular em torno do tema.
Na capital paulista foi realizado um grande ato em frente ao Masp, na Avenida Paulista, que reuniu milhares de participantes e que contou com a presença de lideranças sindicais, políticas e sociais.
Em Salvador, Bahia, o ato pelo fim da escala 6×1 foi realizado na orla da capital saindo do Cristo em direção ao Farol da Barra. Com palavras de ordens, faixas e cartazes, a classe trabalhadora baiana deu seu recado nas ruas pela redução da jornada de trabalho sem redução de salário.
O evento teve a presença da ministra da Cultura, Margareth Menezes, que deu contribuição voluntária ao ato junto com outros artistas da cidade como Magary Lord, Jackson Costa, Olodum, Manno Góes, Márcia Short, entre outros que se somaram pela ampliação dos direitos da classe trabalhadora na manhã deste domingo.
Em Goiânia os manifestantes saíram em caminhada da sede da sede da ADUFG-Sindicato até a Praça Boaventura, no centro da capital goiana.
Em Curitiba, foi feita uma panfletagem que levaou para as ruas a defesa da redução da jornada, sem redução salarial. A concentração foi na Praça João Cândido, no Largo da Ordem.
As manifestações de rua contaram com a participação das Frentes Brasil Popular e Povo Sem Medo, movimento Vida Além do Trabalho (VAT), centrais sindicais e movimentos sociais.
Da Rede PT de Comunicação










