Uma imagem publicada pela Nasa em julho de 2022 mostra grande parte da cidade de São Paulo iluminada por luzes brancas e fortes. O efeito foi causado pelas lâmpadas de LED que começaram a ser instaladas na capital em 2015, quando Fernando Haddad era prefeito.
Foi durante a sua gestão (2013-2016) que a cidade ganhou o programa “LED nos Bairros”, iniciativa pioneira na América Latina que deu início à troca de lâmpadas de mercúrio (aquelas de coloração amarela) por modelos feitos com LED.
O programa começou em Heliópolis, na Zona Sul, e logo chegou à toda periferia – além das marginais, parques, praças até chegar ao Centro Expandido. No final do seu mandato, Haddad já havia implantado mais de 120 mil pontos de iluminação pública com lâmpadas de LED, cerca de 52 mil deles onde sequer existia luz.
Na época, Haddad explicou que a decisão de renovar os parques de iluminação pública tinha um objetivo ainda maior: oferecer segurança à população das periferias, sobretudo às mulheres.
“O LED transforma noite em dia. Nós começamos pela periferia porque é onde o povo acorda mais cedo e depende mais de iluminação pública. Das fronteiras da cidade, o LED logo chegará à região central, oferecendo mais segurança e qualidade de vida à população”.
Ele estava certo. Se hoje mais de 90% da iluminação da cidade conta com a tecnologia, foi porque lá atrás havia um prefeito como Fernando Haddad, que pensou à frente do seu tempo.
Luz de Led na capital
Início na periferia: O projeto piloto começou em Heliópolis, primeiro bairro da América Latina a receber luz de LED, depois se expandiu para a cidade toda
Vantagens técnicas: As novas luminárias reduziram o consumo de energia em quase 50% e apresentaram maior durabilidade em comparação ao sistema antigo.
Segurança e visibilidade: A maior clareza nas ruas buscou oferecer um ambiente mais seguro para os moradores no período noturno.
Legado: hoje cerca de 90% da cidade já conta com lâmpadas de LED.










