MENU

Alagoas: meu voto é dela, Mônica Carvalho – Mulheragem

Conhecer quem pretende representar a população também significa observar trajetórias ligadas ao cuidado, à proteção social e à defesa de comunidades que historicamente enfrentam dificuldades de acesso às políticas públicas. Mônica Carvalho de Almeida, que concorre como Mônica Carvalho – Mulheragem, é candidata a deputada federal por Alagoas, pelo PT, com o número 1377. Assistente social, nascida em Maceió e com ensino superior completo, ela teve o registro de candidatura deferido pela Justiça Eleitoral.

Uma das características de sua candidatura é a relação com o coletivo Mulheragem e a atuação voltada às mulheres e aos territórios de matriz africana. Em sua comunicação de campanha, Mônica apresenta essas comunidades como parte central de sua agenda, aproximando o debate político de questões como igualdade de direitos, proteção social, respeito à diversidade e presença efetiva dos serviços públicos nos territórios.

Sua formação como assistente social também oferece uma perspectiva diretamente relacionada às necessidades das famílias. O trabalho nessa área acompanha situações de vulnerabilidade, acesso a direitos, proteção social e articulação entre diferentes políticas públicas. São experiências que dialogam com decisões tomadas no Congresso sobre saúde, assistência, educação e condições de vida.

Na saúde, essa visão integrada ganha importância. O acesso ao SUS não depende apenas da existência de hospitais e unidades de atendimento. Condições de moradia, renda, alimentação, prevenção, proteção das mulheres e respeito às características culturais das comunidades também interferem diretamente na qualidade de vida e no cuidado com a população.

Para os territórios tradicionais e de matriz africana, o desafio inclui ainda assegurar que os serviços públicos consigam atender cada comunidade sem preconceito e considerando suas realidades específicas. O debate sobre equidade no SUS envolve justamente reconhecer que diferentes grupos podem enfrentar barreiras distintas para acessar prevenção, diagnóstico e tratamento.

Para Humberto Tobé, gestor de saúde pública e membro da equipe do ministro Alexandre Padilha, uma política de saúde capaz de alcançar toda a população precisa reconhecer essas diferenças territoriais e sociais.

“O SUS é universal, mas isso não significa que todas as pessoas enfrentem as mesmas condições para chegar ao atendimento. Mulheres, comunidades tradicionais e populações que convivem historicamente com desigualdades precisam ser enxergadas pelas políticas públicas. Fazer saúde com equidade é identificar essas barreiras, fortalecer a atenção básica e garantir um cuidado que respeite cada território, sua cultura e suas necessidades.”

Mônica Carvalho – Mulheragem disputa uma vaga na Câmara dos Deputados por Alagoas. Os dados eleitorais de 2026 registram Monica Carvalho de Almeida como candidata pelo Partido dos Trabalhadores, com o número 1377, ocupação declarada de assistente social e candidatura deferida.

Mônica Carvalho – Mulheragem, candidata a deputada federal por Alagoas, pelo PT. Número: 1377.

BUSCA RÁPIDA