Escolher quem vai representar a população também passa por conhecer trajetórias ligadas às comunidades, à educação e à defesa de direitos. Madalena Barbosa Prata, que aparece nas urnas como Madalena Quilombola, é candidata a deputada federal pelo Ceará, pelo PT, com o número 1311. Natural de Maranguape, ela concorre pela Federação Brasil da Esperança e está com a candidatura deferida pela Justiça Eleitoral.
Uma das marcas de sua candidatura é justamente a identidade quilombola e a proximidade com comunidades tradicionais. Em sua comunicação de campanha, Madalena se apresenta também como professora e coloca a defesa dos direitos e da transformação social entre os temas que orientam sua atuação. O registro eleitoral confirma que ela se declara quilombola.
Essa trajetória aproxima sua candidatura de questões que fazem parte da realidade de muitas comunidades do Ceará. Educação, acesso aos serviços públicos, proteção dos territórios, geração de oportunidades e combate às desigualdades são temas que dependem de políticas articuladas entre União, estados e municípios.
Na saúde, essa discussão também ganha características próprias. Comunidades quilombolas e populações que vivem em áreas mais distantes podem enfrentar barreiras no acesso a consultas, exames, medicamentos e acompanhamento contínuo. Fortalecer a atenção básica e garantir que os serviços públicos reconheçam as diferentes realidades dos territórios são desafios importantes para o SUS.
O Congresso Nacional participa diretamente dessas decisões por meio da elaboração de leis e da definição de recursos para saúde, educação e políticas sociais. A presença de diferentes experiências e vivências no Parlamento amplia a representação das realidades existentes no país e leva para o debate público demandas de grupos que muitas vezes enfrentam dificuldades históricas de acesso aos serviços.
Para Humberto Tobé, gestor de saúde pública e membro da equipe do ministro Alexandre Padilha, garantir equidade no SUS significa compreender as particularidades de cada comunidade.
“O direito à saúde precisa chegar a todos, mas isso exige reconhecer que os caminhos até o atendimento não são iguais para toda a população. Comunidades quilombolas e tradicionais precisam de uma atenção básica próxima, equipes preparadas e políticas construídas com respeito às suas realidades. Equidade é justamente fazer com que o SUS consiga enxergar essas diferenças e transformar presença do Estado em cuidado concreto.”
Madalena Quilombola disputa uma vaga na Câmara dos Deputados pelo Ceará, pelo Partido dos Trabalhadores. Os dados eleitorais de 2026 registram seu nome de urna como Madalena Quilombola, número 1311, candidatura deferida e participação na Federação Brasil da Esperança.
Madalena Quilombola, candidata a deputada federal pelo Ceará, pelo PT. Número: 1311











