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Emprego e renda: com Lula, uma goleada de 7 x 0 nos principais indicadores

Menor desemprego da série histórica, maior renda média do trabalhador, 15 milhões de beneficiados pela isenção do IR, salário mínimo com ganho real. Com Lula, Brasil teve ganhos substanciais

Uma goleada. Um 7 x 0. Sob a gestão do presidente Lula, os principais indicadores de emprego, renda e poder de compra dos trabalhadores e trabalhadoras registraram avanços substanciais na comparação direta com os quatro anos do governo Jair Bolsonaro.

DESEMPREGO – A economia voltou a girar e o mercado de trabalho superou a marca histórica de mais de 100 milhões de brasileiros ocupados. Entre janeiro de 2023 e junho de 2026, a gestão do presidente Lula gerou mais de 10 milhões de postos formais no país — somando a criação de 5,3 milhões de vagas com carteira assinada no setor privado (Caged) e a contratação de 4,7 milhões de trabalhadores no serviço público nas três esferas (Rais/Vinculados). Na outra ponta, o menor percentual de desemprego da série histórica do IBGE, com 5,4% no trimestre encerrado em junho. O cenário é muito diferente do governo anterior, quando o desemprego permaneceu em dois dígitos durante quase todo o mandato, com pico de 14%.

RENDA MÉDIA – No governo anterior, a renda do trabalhador encolheu; com Lula, cresceu de forma consistente. A renda média real dos trabalhadores saiu de R$ 3.310 (dezembro de 2022) para R$ 3.738 (junho de 2026), uma diferença de R$ 428 no bolso do brasileiro. Na gestão anterior, a renda média havia caído R$ 33. Passou de R$ 3.343 (dezembro de 2018) para R$ 3.310 (dezembro de 2022), segundo dados oficiais do IBGE.

IMPOSTO DE RENDA – Enquanto a gestão anterior congelou a tabela do IR durante quatro anos e penalizou a classe média, o presidente Lula cumpriu sua promessa de campanha: a isenção do Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5 mil por mês entrou em vigor em janeiro de 2026. A medida beneficia diretamente 15 milhões de brasileiros. E, como na gestão do presidente Lula a tabela foi corrigia em todos os anos, cerca de 25 milhões de brasileiros foram beneficiados diretamente, seja pelo reajuste da tabela, pela isenção ou pelos descontos graduais.

SALÁRIO MÍNIMO – Outro indicador que contribui para a renda do trabalhador brasileiro e mudou substancialmente na gestão do presidente Lula foi o salário mínimo. O retorno da lei que garante ganho real anual, implementada por Lula, valorizou o salário mínimo durante todo o terceiro mandato. Nos quatro anos de Bolsonaro, o reajuste real do salário mínimo foi zero, apenas recompôs a inflação. Na gestão Lula, o salário mínimo saiu de R$ 1.212 (dezembro de 2022) para $ R$ 1.621, um ganho real de mais de 11% sobre a inflação do período.

INFLAÇÃO GERAL – A inflação durante toda a gestão do presidente Lula caminha para ter a menor média de um mandato de quatro anos na história do país. As projeções indicam que Lula terminará o terceiro mandato com um acumulado de 18,2% e uma média abaixo de 4,6%. No governo Bolsonaro, foram 26,9% de taxa total, com 6,16% de média.

INFLAÇÃO DE ALIMENTOS – A inflação dos alimentos, um dos indicadores que mais impactam o bolso e o poder de compra dos brasileiros, melhorou substancialmente no governo Lula: ficou em 13,6% (até julho de 2026), taxa quase quatro vezes menor que os 56,1% dos anos Bolsonaro .

PODER DE COMPRA – Os dados da cesta básica também mostram como o poder de compra do brasileiro está melhor com Lula do que esteve com Bolsonaro. No governo Lula, a cesta básica em São Paulo aumentou R$ 124; no governo Bolsonaro, ficou R$ 320 mais cara. Ao mesmo tempo, o salário mínimo teve aumento real de R$ 409 nos últimos quatro anos, contra apenas R$ 258 na gestão anterior (só a reposição da inflação, sem qualquer ganho real).

PIB – O crescimento econômico do país também foi bem mais consistente nos últimos quatro anos. O Brasil voltou a crescer numa média próxima a 3% pela primeira vez desde o segundo mandato do presidente Lula, o dobro da gestão anterior, que teve média de 1,5%. Mesmo levando em conta o período da pandemia, o comparativo é desfavorável à gestão anterior. No ano de 2019, antes mesmo da Covid, o crescimento foi de 1,2%.

Com informações: Site Oficial do LULA

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