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Deputado federal Rui Falcão visita região de Bauru (SP) e defende pautas trabalhistas

A visita foi na última sexta (06/02) e além de Bauru, o deputado passou por Barra Bonita e Jaú. Ele esteve acompanhado da vereadora do PT de Bauru, Estela Almagro

Nos encontros, Falcão destacou as pautas trabalhistas e sociais que estão em discussão no Congresso. Segundo o deputado, são pautas que precisam estar no centro do debate nacional. Temas como da escala de trabalho 6×1, a regulamentação dos motoristas e entregadores por aplicativos, a retomada do transporte ferroviário no país, além de mudanças no atual modelo das emendas parlamentares.

“O fim da escala 6×1 é o direito ao tempo, que precisa ser valorizado”, declarou em entrevista à imprensa local. Ele ainda afirmou que as experiências já adotadas por empresas com escalas 5×2 mostram a viabilidade da mudança. “Sempre dizem que vai quebrar o país, mas toda vez que surge um novo direito, o discurso é esse. Foi assim com o salário mínimo”, completou.

Os trabalhadores de aplicativos, como motoristas e entregadores, também foram citados pelo deputado, que afirmou que no Brasil, atualmente, eles reúnem mais de dois milhões de pessoas no Brasil, muitas delas sem qualquer proteção social. “Se esse trabalhador se acidenta ou quebra uma perna, não tem nenhum amparo. Eles ganham pela velocidade, o que aumenta os acidentes. Precisa de regulamentação. Não será CLT, mas eles precisam ter direitos mínimos”, defendeu.

A questão do transporte ferroviário também foi citada por Rui Falcão, que defendeu a retomada desse transporte como prioridade estratégica para o desenvolvimento econômico e ambiental do país, citando a região de Bauru.

“Não dá para continuar transportando tudo por caminhão. Se queremos reduzir a emissão de carbono, precisamos investir em ferrovias, integrar os modais rodoviário, ferroviário e hidroviário”, defendeu.

O deputado também falou das próximas eleições: “Vai ser uma campanha difícil e polarizada. O Lula é base e amor, mas a campanha vai ser de cobrança, com o povo na rua exigindo projetos e propostas”, afirmou. “Quando o povo se manifesta, as coisas mudam. A democracia precisa funcionar de baixo para cima”, concluiu.

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