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Eleita com mais de 3,9 milhões de votos, Marília Campos agradece ao povo mineiro: “Agora é trabalhar muito para eleger Lula presidente”

Minas Gerais ganhou uma voz no Senado para “defender a democracia e a civilização contra a barbárie”, escreveu a petista Marília Mendonça em suas redes sociais neste domingo (4). “Agora é trabalhar muito para eleger Lula presidente”, afirmou.

Eleita para o Senado pela primeira vez, aos 65 anos, ela recebeu 3.990.342 votos.

Nascida em Ouro Branco (MG), formada em Psicologia pela UFMG, presidiu o Sindicato dos Bancários de Belo Horizonte entre 1990 e 1995. Foi eleita vereadora de Contagem em 2000 e deputada estadual em três ocasiões (em 2002, 2014 e 2018). Foi a primeira mulher a ser prefeita de Contagem, cargo para o qual foi eleita quatro vezes: em 2004, 2008, 2020 e 2024.

Na Assembleia Legislativa de Minas Gerais, foi autora do projeto que deu origem à Lei Estadual 23.450, de 2019, que institui a Política Estadual de Prevenção Social à Criminalidade, e da proposta que resultou na Lei Estadual 23.644, de 2020, que permite o registro de violência doméstica por delegacia virtual.

Marília Campos ressalta que uma de suas prioridades no Senado será a discussão de um pacto sobre a dívida de Minas Gerais com a União. Ela também defende investimentos em outros setores no estado. “Minas Gerais precisa melhorar sua infraestrutura de rodovias e estradas rurais. E também precisa de recursos para garantir mais equipamentos na área da saúde”, declarou.
Sua primeira suplente é Luciana Costa; o segundo suplente é Laércio Cintra. Ambos são do PSB.

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